Que o pão encontre na
boca O abraço de uma
canção inventada no trabalho Não a fome fatigada de um suor que corre em
vão Que o pão do dia não
chegue sabendo a resto de luta e a troféu de
humilhação Que o pão seja como
flor festivamente colhida por quem deu ajuda ao
chão Mais do que flor, seja o fruto nascendo límpido e
simples sempre ao alcance da
mão Da minha e da tua mão * Tiago de Mello.
Barreirinha, Brasil
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